Habilidades na era da IA: 3 lições de Tony Robbins
Habilidades na era da IA ganham novos contornos quando empresas automatizam processos em ritmo acelerado. No podcast de Jay Shetty, o bilionário do Vale do Silício Tony Robbins, 66 anos, dono de 54 empresas que faturam US$ 6 bilhões por ano, explicou por que reconhecer, usar e criar padrões é essencial para não virar peça obsoleta nos próximos cinco anos.
1. Reconheça padrões históricos para domar o medo
Robbins parte de dados do relatório do Goldman Sachs, que prevê mudanças mais profundas até 2028 do que nas últimas duas décadas. Para ele, quem entende que revoluções anteriores — da Industrial à internet — destruíram cargos, mas geraram novos, evita o pânico que paralisa. Saber que ciclos se repetem permite calibrar estratégias em vez de entrar em modo de sobrevivência.
2. Aplique padrões existentes e depois crie os seus
O palestrante defende “ficar nos ombros de gigantes”. Ou seja, modelar métodos de sucesso já testados: designers que migraram de layouts estáticos para motion graphics ou startups que adotaram IA como copiloto e cresceram três vezes mais rápido. A etapa seguinte, afirma, é criar padrões próprios — frameworks, modelos de negócio ou rotinas de trabalho que virem referência. Aqui separam-se os profissionais competitivos dos dominantes.
Robbins resume: idade ou diploma contam menos do que flexibilidade para observar, adaptar e inovar — exatamente as três habilidades que, segundo ele, decidirão quem será insubstituível na nova economia movida por nanotecnologia, robótica e IA generativa.
Imagem: William R
Em entrevista, o empresário reforçou: “Essas habilidades são como você pode competir ou ter sucesso”. A visão alinha-se a estudos como o da CNN sobre o impacto da automação, que também alerta para a urgência de requalificação contínua.
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Crédito da imagem: Hardware.com.br Fonte: Hardware.com.br


