Jurassic Park: sequência de Tubarão segundo Spielberg
Jurassic Park sequência de Tubarão é como Steven Spielberg descreve o blockbuster de 1993, revelando que sua intenção foi transpor, do oceano para a terra, a mesma tensão que consagrou Tubarão em 1975.
Da água para a selva jurássica
Em entrevista ao jornal britânico Independent, o diretor explicou que aceitou filmar “A Lista de Schindler” com a condição de também entregar um grande sucesso de verão para o estúdio. Essa exigência resultou em Jurassic Park. Spielberg afirmou que queria “fazer uma boa sequência de Tubarão, mas em terra”, substituindo o predador marinho por dinossauros trazidos à vida com animatrônicos e CGI de ponta.
Medo visceral, mesma fórmula
Assim como o tubarão tornou cada mergulho imprevisível, os velociraptors e o T-Rex convertem um parque temático em território hostil. O cineasta repete o jogo de sugerir a ameaça antes de mostrá-la por completo, aumentando o suspense enquanto exibe avanços técnicos inéditos na época.
Legado cultural e tecnológico
Tubarão redefiniu o conceito de blockbuster e elevou Spielberg ao status de lenda. Quase duas décadas depois, Jurassic Park empregou as lições daquele set para inaugurar uma nova era de efeitos visuais. O resultado: recordes de bilheteria e uma franquia que permanece ativa. Como ressalta o IGN Brasil, o diretor nunca escondeu o parentesco criativo entre os dois filmes, chamando Jurassic Park de “sequência secreta” de seu clássico de 1975.
Imagem: Internet
Spielberg demonstra que, ao trocar água salgada por selva tropical, manteve intacto o elemento central: o medo de uma criatura quase invisível até o instante do ataque. Jurassic Park, portanto, não é apenas um sucesso isolado, mas a evolução natural da fórmula que revolucionou o cinema de suspense.
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Crédito da imagem: IGN Brasil Fonte: IGN Brasil


