O mercado de navegadores de internet apresenta uma hierarquia clara em 2025. Dados compilados por serviços de medição de audiência indicam que seis aplicativos concentram praticamente todo o tráfego mundial, com o Google Chrome isolado na liderança.
Participação de mercado global
De acordo com o levantamento, o Chrome responde por 68,38% das sessões de navegação. A segunda posição pertence ao Safari, da Apple, com 17,09%. Em seguida aparecem:
3º – Microsoft Edge: 4,92%
4º – Mozilla Firefox: 2,46%
5º – Samsung Internet: 2,23%
6º – Opera: 2,01%
Outros: 2,91%
Por que cada navegador se destaca
Chrome — popularidade impulsionada por ser padrão no Android, velocidade no carregamento de páginas e vasta biblioteca de extensões.
Safari — integração ao ecossistema Apple, com recursos como iCloud Keychain, Apple Pay e Continuidade entre dispositivos.
Edge — definido como padrão no Windows e equipado com ferramentas de produtividade, incluindo o assistente de IA Copilot e modos de economia de memória e bateria.
Firefox — único grande navegador fora do ambiente Chromium; prioriza privacidade e oferece recursos como contêineres de múltiplas contas.
Samsung Internet — embarcado em smartphones da marca, traz integração com a interface One UI.
Imagem: Internet
Opera — inclui bloqueador de anúncios, VPN incorporada, carteira de criptomoedas e assistente de IA Aria.
Desempenho por tipo de dispositivo
No desktop, o Chrome mantém 64,8% de participação, mas o Edge se destaca com 13,95%, seguido por Safari (8,85%), Firefox (7,58%) e Opera (3,25%).
Em smartphones, Chrome e Safari concentram 90% do tráfego: 65,1% para o navegador do Google e 25,1% para o da Apple. O Samsung Internet ocupa o terceiro lugar, com 4,38%. Entre tablets, o Chrome lidera com 48% e o Safari aparece com 36%.
Variações regionais
América do Sul: Chrome atinge 78,48% de uso.
África: participação do Chrome chega a 74,13%.
Europa: Chrome lidera com 60,91%, enquanto o Safari marca 19,84%.
Ásia: Chrome atinge 71,5%; UC Browser e Yandex têm presença minoritária.
Os números mostram que a escolha do navegador continua ligada ao sistema operacional predominante em cada região e ao nível de integração oferecido pelos principais ecossistemas digitais.
Com informações de Mundo Conectado

