Starlink lança plano de US$ 40 e reduz mensalidade
Starlink plano de US$ 40 chega ao mercado norte-americano com velocidade de 100 Mbps, dados ilimitados e instalação gratuita, tornando-se a oferta residencial mais barata da SpaceX.
O que muda com o Residential 100 Mbps
Batizado de Residential 100 Mbps, o novo pacote derruba para US$ 40 o valor mínimo para assinar a banda larga via satélite da SpaceX — antes, o ticket de entrada era o Residential Lite, por US$ 80. O corte de 50% coloca a operadora em paridade de preço com provedores de fibra em regiões urbanas e, principalmente, amplia sua atratividade em áreas rurais que ainda dependem de conexões DSL lentas ou redes 4G instáveis.
Segundo a empresa, a assinatura inclui download limitado a 100 Mbps, upload sem restrições, franquia de dados ilimitada, roteador Wi-Fi incluso e instalação gratuita. Clientes atuais já conseguem solicitar a migração diretamente na conta, sem cobrança extra, desde que o upgrade apareça como elegível.
Pressão nos concorrentes e foco em subsídios federais
O lançamento coincide com a expansão do programa federal BEAD (“Broadband Equity, Access and Deployment”), que passou a permitir a participação de provedores via satélite na disputa por subsídios para ampliar a conectividade rural. Ao alinhar o valor mensal a US$ 40, a Starlink se adequa ao teto exigido por diversos estados, aumentando suas chances de receber financiamento público.
Elon Musk comemorou a novidade no X (antigo Twitter), mencionando que o plano é “um super bom negócio” para comunidades desassistidas. Até agora, a oferta aparece apenas em regiões selecionadas dos Estados Unidos e será liberada gradualmente conforme a capacidade orbital permitir.
Imagem: Internet
O movimento ocorre poucas semanas depois de a SpaceX ultrapassar a marca de 10 mil satélites lançados e avançar no recurso direct-to-cell, que promete chamadas e dados móveis sem torres terrestres. Analistas consultados pelo The Verge avaliam que a redução de preço pressiona provedores tradicionais e acelera a corrida por conexões alternativas.
E o Brasil?
No mercado brasileiro, a mensalidade mais barata da Starlink ainda parte de R$ 236, valor bem superior ao novo preço nos EUA. Especialistas veem a diferença como sinal de que, caso o plano de US$ 40 tenha boa adesão, a empresa pode ser levada a rever seus preços locais para manter competitividade, sobretudo com o avanço de concorrentes que prometem velocidades até dez vezes maiores.
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Crédito da imagem: Starlink Fonte: Starlink

