Ações da Microsoft: compra esquecida vira fortuna hoje
Ações da Microsoft compradas em 1992 por Anthony Scaramucci por cerca de US$1 mil (1.140 €) renderam, três décadas depois, um patrimônio próximo de 300 mil € graças à simples — e involuntária — estratégia de “comprar e esquecer”.
Do investimento ao esquecimento
Na época em que celebrou o nascimento de seu primeiro filho, Scaramucci, então analista do Goldman Sachs, decidiu aplicar parte de suas economias na Microsoft, que começava a despontar como gigante de software. Porém, mudanças de endereço e a falta de internet dificultavam o acompanhamento da conta. O resultado foi uma conta inativa por 27 anos, redescoberta apenas recentemente.
Durante esse período, a Microsoft passou por fases de estagnação, principalmente sob Steve Ballmer, e depois entrou em forte expansão com Satya Nadella, impulsionada por serviços de nuvem e, mais tarde, inteligência artificial. Quem manteve posição viu o efeito dos juros compostos — rendimento que se acumula sobre o próprio rendimento — multiplicar o capital inicial.
O próprio investidor admite que, se lembrasse das ações, teria vendido nos anos de crescimento mais lento. O “esquecimento” blindou-o de decisões impulsivas, permitindo aproveitar toda a valorização quando a empresa retomou a liderança em inovação. De 1.140 €, o pacote saltou para aproximadamente 285.000 € em ganhos líquidos.
Lições para entusiastas de tecnologia — e de investimentos
A história reforça dois princípios: diversificação de carteira e paciência. Ao contrário das promessas de lucro rápido, ficar exposto a empresas sólidas por longos períodos pode ser mais lucrativo. Dados recentes mostram que a Microsoft figura entre as companhias mais valiosas do mundo, sustentada pela nuvem Azure e avanços em IA — como destaca reportagem da The Verge.
Imagem: Internet
Para a comunidade gamer e de hardware, o exemplo também se aplica a upgrades de setup: optar por componentes de qualidade que resistam a vários ciclos de lançamento costuma compensar o gasto inicial. Assim como no mercado financeiro, saber esperar o momento certo — e evitar trocas compulsivas de GPU ou CPU — protege o bolso e maximiza o retorno em FPS ao longo do tempo.
Casos como o de Scaramucci lembram que, no universo tech, nem sempre a pressa gera performance. Se você quer continuar atualizado sobre estratégias que otimizam investimento e desempenho, visite nossa página principal e acompanhe as próximas análises. Para mais dicas sobre como montar o setup perfeito, continue lendo nossa editoria.
Crédito da imagem: IGN Brasil Fonte: IGN Brasil


