Wearables de IA: conheça os gadgets que já estão à venda
Wearables de IA já são realidade e prometem integrar inteligência artificial ao seu dia a dia, de lembretes automáticos a suporte emocional em tempo real.
Principais modelos disponíveis
Entre os pendentes, o Bee chama atenção pelo preço baixo: US$ 49,99. Ele grava tudo que ouve, cria lembretes e notas, e conta com botão de mudo para preservar a privacidade. A assinatura do app, hoje restrita ao iOS, custa US$ 19 por mês.
O Friend, pendente branco de US$ 129, aposta no apoio emocional. Ele reconhece tom de voz, envia mensagens proativas — como desejar boa sorte antes de uma entrevista — e se conecta via Bluetooth ao smartphone. A campanha publicitária no metrô de Nova York rendeu críticas sobre “capitalismo de vigilância”.
Rebatizado de Rewind para Limitless, o pendente de US$ 99 é voltado a quem precisa registrar reuniões. Ele transcreve conversas em tempo real e oferece 10 horas mensais de recursos de IA; o plano ilimitado custa US$ 29.
Por US$ 89, o Omi pode ser usado como colar ou preso à lateral da cabeça com fita médica. Integrado ao ChatGPT, responde dúvidas, monta listas de tarefas e detecta quando você fala diretamente com ele.
O NotePin, da Plaud, sai por US$ 159 e oferece 300 minutos de transcrição gratuita ao mês, ideal para advogados, jornalistas e estudantes. O plano Pro (US$ 8,33 mensais) amplia o limite para 1 200 minutos. A marca já aceita pré-venda do Note Pro, versão ultrafina de US$ 179.
Imagem: Getty
Fechando a lista, o Rabbit R1 custa US$ 199 e lembra um console portátil retrô, com tela sensível ao toque e câmera rotativa. Após atualização de software, ganhou o recurso Creations, que permite criar ferramentas e jogos próprios.
Quanto custam e para quem servem
Os preços dos wearables de IA variam de US$ 49,99 a US$ 199, sem contar assinaturas adicionais. Modelos como Bee e Limitless focam produtividade, enquanto Friend e Omi exploram companhia e personalização. Já o Rabbit R1 mira quem quer executar tarefas do smartphone sem tirá-lo do bolso.
Analistas citados pelo The Verge veem nesses dispositivos o estágio inicial de um mercado que pode substituir parte das funções do celular, mas alertam para questões de privacidade e custo de assinatura.
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Crédito da imagem: TechCrunch Fonte: TechCrunch

