A empresa de cibersegurança Deepwatch dispensou dezenas de funcionários nesta quarta-feira (12), alegando a necessidade de “acelerar” os investimentos em inteligência artificial e automação.
Em comunicado enviado por e-mail, o CEO John DiLullo afirmou que a companhia está “alinhando a organização para impulsionar nossos investimentos significativos em IA e automação”.
Um empregado que pediu anonimato disse ao TechCrunch que o corte atingiu entre 60 e 80 pessoas de um quadro de aproximadamente 250 profissionais. Publicação no LinkedIn de um ex-colaborador também mencionou a demissão de 80 trabalhadores.
O mesmo funcionário relatou ceticismo quanto ao discurso oficial da empresa: “Eles estão fazendo algo com IA e ‘agentic AI’, mas parece balela”, afirmou.
Até o momento, oito ex-funcionários anunciaram publicamente nas redes sociais que foram desligados.
Imagem: Internet
O movimento ocorre em um ano de cortes no setor de cibersegurança. Em maio, a Crowdstrike demitiu cerca de 500 profissionais, o equivalente a 5% da força de trabalho, apesar de registrar fluxo de caixa operacional recorde de US$ 1,38 bilhão e fluxo de caixa livre anual de US$ 1,07 bilhão. Outras empresas que reduziram equipes em 2025 incluem Deep Instinct, Otorio, ActiveFence, SkyBox Security e Sophos.
Com informações de TechCrunch

